Duarte Nogueira Pinto
Começou por falar sobre os sacramentos na vida dos catequistas, explicou-nos que não devemos ser professores nem tratar as crianças como alunos… somos sim testemunhas! Testemunhas do amor de Cristo que querem partilhar esse mesmo amor com os mais novos que estão ali a aprender sempre com entrega, atenção e humildade.
No dia 7 de janeiro o Padre Pedro Figueiredo veio aos salesianos de Lisboa falar aos catequistas sobre alguns temas e disponibilizou-se para responder a algumas perguntas dos mesmos.
Começou por falar sobre os sacramentos na vida dos catequistas, explicou-nos que não devemos ser professores nem tratar as crianças como alunos… somos sim testemunhas! Testemunhas do amor de Cristo que querem partilhar esse mesmo amor com os mais novos que estão ali a aprender sempre com entrega, atenção e humildade. Só assim poderemos partilhar deste amor sem achar que somos superiores ou até mesmo cair no erro que é um amor que é nosso e que estamos a partilhar-nos a nós e não Cristo. Ainda neste tema, realçou que é fundamental o catequista dar abertura para que Deus faça parte da sua vida… se Cristo não for frutuoso e abundante na minha vida como é que é suposto ser capaz de passar esse desejo para quem está ali a aprender, com o desejo de conhecer e agarrar.
De seguida abordamos um tema bastante famoso, a confissão. A oportunidade de receber o perdão de Deus e de assim, sermos purificados de todos os nossos pecados. A confissão que não é nada mais nada menos que um pedido de desculpa a Deus pelos nossos erros, pelas nossas falhas e pelas nossas fraquezas. Sem a confissão não há comunhão! Se não estamos em estado de graça e por isso não podemos de receber o corpo de Deus então não o devemos em qualquer circunstância, disse o Padre Pedro. Afinal, se não houvesse este “critério” de distinção, todos poderiam comungar e receber o corpo de Deus… os que estão em estado de graça e os que não são humildes para reconhecer os seus erros ou que não têm coragem para pedir desculpa. Claro que falamos dos pecados mortais e não dos veniais, foi feita também essa distinção para clarificar as situações que podemos ou não comungar.
Por último falámos da oração, o padre Pedro Figueiredo disse que para além de oração consistente era preciso oração variada… como se fossem vários nutrientes que precisamos para ser mais amigos de Deus. Com a oração podemos pedir ajuda no nosso caminho, descobrir a nossa vocação, pedir ajuda, conforto ou consolo a Jesus, Maria, Espírito Santo etc… não nos falta a quem pedir ajuda e a quem rezar e é importante fazê-lo porque são dessas orações que construímos o nosso caminho e é com a força delas que fazemos as nossas escolhas. A oração aproxima-nos de Deus.
Em suma, foi uma grande experiência que nos ajudou a conhecer mais deste grande mistério. Ajudou-nos a conhecer mais O grande mistério e a aproximar-nos d’Ele para que assim, com uma maior consciência e abertura a Deus possamos passar a nossa fé às crianças que vão à catequese sendo testemunhas do que vivemos, do amor que vivemos e da beleza que é a vida!
Duarte Nogueira Pinto (11.º E3)




