Mateus Rocha, Beatriz Barros e Rui Matos
Este teatro foi um momento de magia, pois, entre risos e brincadeiras, mostrámos o que tínhamos aprendido neste semestre! Entre Alices, gatos, cartas, rainhas, coelhos, chapeleiros e flores, mostrámos o nosso talento. Fazer este teatro foi uma experiência incrível que adorámos! Para o ano, haverá mais…
Experienciar e viver um teatro na escola é inimaginável! É tão bom estarmos com os nossos amigos e podermos falar e descarregar com eles os nossos nervos porque eles entendem o mesmo e os professores também.
Mas a melhor parte é …FAZER A PEÇA!
É uma sensação inesquecível! Estamos nervosos e temos a sensação de que nos vamos esquecer de todas as nossas falas. No entanto, depois, as falas saem naturalmente e só queremos estar no placo com o público à nossa frente. É ótimo perceber que o público interage connosco e que se está a divertir!
Todos os ensaios valeram a pena, pois prepararam-nos para o momento do espetáculo.
No fim da nossa representação, quando as cortinas se fecharam, o nosso coração batia ainda mais depressa, pois tínhamos acabado de conseguir cumprir a nossa missão.
Bem… agora, vamos sentir saudades… quando é que a cortina se voltará a abrir para subirmos novamente àquele palco? Que peça iremos representar? No 8.º ano, teremos a resposta, mas já estamos ansiosos para viver outra vez esta experiência!
Mateus Rocha, 7.ºB
Este teatro foi um momento de magia, pois, entre risos e brincadeiras, mostrámos o que tínhamos aprendido neste semestre! Entre Alices, gatos, cartas, rainhas, coelhos, chapeleiros e flores, mostrámos o nosso talento.
Fazer este teatro foi uma experiência incrível que adorámos!
Para o ano, haverá mais…
Beatriz Barros, 7.°B
A nossa peça de teatro correu lindamente. Deu muito trabalho a preparar, mas foi algo novo ao qual nos dedicámos bastante. Ensaiamos durante um semestre inteiro, por isso foi uma alegria enorme vê-la a desenrolar-se e perceber que tudo correu tão bem. No início, sentimo-nos um pouco nervosos, mas, assim que as cortinas se fecharam pela última vez, todos ficámos com vontade de gritar de alegria.
Os nossos pais gostaram muito da peça. Disseram que foi engraçada, que estivemos bem e que se notava que tínhamos ensaiado bastante.
O espetáculo correu melhor do que nos ensaios. Ninguém sussurrou ao microfone e praticamente ninguém se atrapalhou nas falas. Houve pequenos erros, como quando uma das cartas de paus se atrasou por estar a colocar o microfone ou, quando na cena do chá, a mesa não ficou montada como tínhamos imaginado, mas não faz mal. Soubemos corrigir o que estava mal e improvisar nas falas esquecidas, além de que quase ninguém reparou. Acima de tudo, conseguimos terminar a peça com êxito.
O mais importante de tudo foi a presença da professora Inês. Ajudou-nos e apoiou-nos em tudo e, apesar de, por vezes, nos “dar na cabeça” por nos portarmos menos bem, a professora acreditou em nós e fez tudo desde o início para que a nossa representação fosse um sucesso. Deixamos-lhe assim um agradecimento especial: obrigado, professora, sem a sua ajuda, a peça não teria sido possível. Um sincero agradecimento das turmas A, B, C e D do sétimo ano.
Rui Matos, 7.ºC




