Alunos da turma 10 H1
Na tarde de 20 de janeiro, a turma 10.º H1, de Humanidades visitou o NARC (Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros), a Sé e a Igreja de Santo António, em Lisboa. […] Muito perto da velha catedral, recordámos excertos da Crónica d’el-Rei Dom João I de boa memória e, dos Reis de Portugal, o décimo, da autoria de Fernão Lopes e analisados nas aulas de História e de Português. Dos equívocos com o bispo castelhano e o Grande Cisma do Ocidente (1378 a 1417), à crise dinástica de 1383-1385, após a morte do rei D. Fernando, recordámos a ação do Mestre de Avis, apoiado pelo povo de Lisboa.
Para mim toda a visita foi excelente e muito interessante, mas se tivesse de destacar algo, especificamente, na parte da visita ao NARC, seria quando vi os tanques onde os Romanos faziam o seu famoso molho à base de sardinha, o “garum”, que usavam em quase todas as refeições.
Beatriz Lacasta
Pessoalmente gostei mais de explorar as ruínas debaixo da terra, no NARC.
Tomás Pinheiro
As boas ajudas da guia, que tirou diversas dúvidas, tornou muito boa a componente arqueológica da visita.
Manuel Castro
Muito perto da velha catedral, recordámos excertos da Crónica d’el-Rei Dom João I de boa memória e, dos Reis de Portugal, o décimo, da autoria de Fernão Lopes e analisados nas aulas de História e de Português. Dos equívocos com o bispo castelhano e o Grande Cisma do Ocidente (1378 a 1417), à crise dinástica de 1383-1385, após a morte do rei D. Fernando, recordámos a ação do Mestre de Avis, apoiado pelo povo de Lisboa.
Chegados à Sé, como vários alunos ficaram curiosos sobre o significado da frase “In omnem terram exivit sonus”, que se encontra por cima da porta principal, o Afonso Alves rapidamente pesquisou a tradução no seu smartphone e disse: “A Sua mensagem espalhou-se por toda a terra”. Compreendemos que a “Boa Notícia” de JESUS CRISTO chegou a todas as nações, através da pregação dos Apóstolos. Ecoaram ainda mais as famosas palavras “TODOS, TODOS, TODOS”, que o Papa Francisco exclamou, por diversas vezes, na JMJ 2023, em Lisboa, fazendo com que cada um as repetisse na sua língua!
Para mim, a Sé foi a parte preferida da visita; mas gostei muito do NARC, sendo impressionante a forma como está conservado.
Gostei bastante do convívio em turma e das diversas dinâmicas de aprendizagens. Obrigada aos professores Manuel Carlos, Paula Bessa e Sandra Sousa pela organização da visita!
Maria Inês de Sousa
A disponibilidade dos professores, com as suas explicações, permitiu-me aprender muito, relacionando as matérias com os sítios que visitámos.
Manuel Castro
A visita à Sé foi muito relevante e gostei de aprender sobre o burguês Bartolomeu Joanes, que ali mandou fazer uma capela, onde colocou o seu túmulo, no início do século XIV.
Afonso Alves
O que mais gostei foi de visitar a Igreja de Santo António e ver o local onde ele nasceu. Muito interessante!
Teresa Bonneville
Outro bom momento foi a oportunidade de ter visto o local do nascimento de Santo António.
Tomás Pinheiro
Gostei muito da visita, do ambiente e da companhia da turma.
No NARC gostei especialmente de ver os banhos, todas as outras ruínas romanas e a cozinha; na Sé apreciei a capela de Bartolomeu Joanes; na igreja de Santo António foi bom ter um momento para rezar. Todos fizemos as nossas orações e alguns até escreveram uns pedidos especiais, que deixaram junto de uma imagem do santo padroeiro.
Maria Teixeira
As visitas de estudo são uma boa maneira de aprender mais, de uma forma diferente e divertida.
Matilde Silva
O facto de nos termos dividido em dois turnos permitiu percebermos as coisas com mais clareza e leveza.
Constança Moura
Achei interessante conhecer mais sobre a arqueologia de Lisboa, podendo observar a sobreposição urbana dos últimos vinte e cinco séculos de ocupação da cidade. Gostei de passear pelas ruas e de tirar fotografias. Foi uma experiência que voltaria a repetir!
Madalena Marques




